"O Coronelismo Acadêmico"

Compartilho excelente ensaio de autoria do jornalista e sociólogo José Maria e Silva, publicado originalmente no Mídia sem Máscara, aqui.

O direito está de fato em tudo, e até os valores pedagógicos que (des)norteiam a educação das crianças brasileiras estão positivados em um documento com formato normativo, mas de óbvia inspiração político-marxista. A legislação estapafúrdia a que o texto se refere é a  Resolução nº 4, de 13 de julho de 2010, do Conselho Nacional de Educação, que define as “Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica”.

Copio um trecho deveras significativo:

[O] artigo 47 das Diretrizes, que reza: “A avaliação da aprendizagem baseia-se na concepção de educação que norteia a relação professor-estudante-conhecimento-vida em movimento, devendo ser um ato reflexo de reconstrução da prática pedagógica avaliativa, premissa básica e fundamental para se questionar o educar, transformando a mudança em ato, acima de tudo, político”. Reparem no caráter imoral dessa resolução: ela deixa claro que o objetivo da escola não é ensinar o aluno a ler, escrever e contar, mas usá-lo – “acima de tudo” – como instrumento político, a partir de um professor transformado em militante.

 

 

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